- Licença-maternidade180 diasSe começar no dia do parto, termina em 5 de setembro de 2027
- Estabilidade no empregoAté 5 meses após o partoNão pode ser demitida sem justa causa até 10 de agosto de 2027
- Salário-maternidadeSalário integral
Mais detalhes (salário, Empresa Cidadã, duas mães, MEI + CLT) na calculadora completa.
Casos comuns, calculados pelo mesmo motor da calculadora grátis. Nomes de exemplo.
O pedido é grátis no Meu INSS. Mesmo assim, tem assessoria cobrando até 30% do benefício, e o INSS já acionou a AGU contra empresas que vendiam essa “ajuda”. Com o passo a passo certo, você mesma pede.
👨🍼 A partir de 2027, pai MEI ou autônomo também tem salário-paternidade (Lei 15.371/2026). O Colinho guia os dois.
O Colinho não é escritório de advocacia, não é ligado ao INSS e nunca pede sua senha gov.br.
Você recebe o salário integral, pago pela empresa, que depois desconta do INSS: esse já é o seu salário-maternidade. Não há nada a pedir no INSS e não existe um segundo pagamento por esse mesmo emprego. Exceções: se o seu empregador é MEI, ou se você ganha menos que um salário mínimo, quem paga é o INSS.
Estimativa com o salário mínimo e o teto do INSS de 2026. O valor exato quem calcula é o INSS.
Uma conta para cada um, ligadas. O que um marca, o outro vê.
Licenças, salário-maternidade, estabilidade e os direitos menores, para os dois, com a lei de cada resultado.
Registro, plano de saúde, teste do pezinho, vacinas, INSS: cada prazo com data e quem faz.
Confere quem paga, lista os documentos, mostra o caminho no Meu INSS e conta os 30 dias do INSS. Você pede, sem pagar porcentagem.
Consultas e exames no app, com botão para o Google Agenda.
Os dois assinam a agenda do Colinho no celular: cada prazo e cada consulta chega com lembrete antes de vencer.
Todos os PDFs e fotos num lugar só, por data, para mostrar na consulta. Os dois veem.
Registro em segundos, com gráfico, pronto para levar ao pré-natal. As faixas da Caderneta da Gestante chegam em seguida.
Avisos de cada fase: o que muda, o que perguntar na consulta, que prazo está chegando.
Para a mãe e para o pai, na semana em que fazem sentido. Com as opções grátis do SUS primeiro.
Um grupo com os casais que têm parto no mesmo mês, moderado pelo Colinho, no WhatsApp.
Oi, eu sou o Alex, desenvolvedor brasileiro. Com a gravidez aqui em casa, descobrimos que os apps de gravidez falam do tamanho do bebê, mas ninguém explica licença, INSS, cartório e plano de saúde. E que tem gente pagando 30% do salário-maternidade para alguém fazer um pedido que é grátis.
O Colinho é o app que a gente queria ter: feito para o casal, com cada regra conferida na lei. Sem investidor e sem anúncio.
— Alex · @alexsandroryann
Paga uma vez por gravidez, para o casal. Sem mensalidade.
A v1 já está no ar; o resto chega até 01/12. Pix ou cartão, pelo Mercado Pago, dentro do app. Desista em 7 dias, ou 100% de volta se o app completo não sair até 15/12/2026.
Recebe um só. Com carteira assinada no dia do parto, a empresa paga o seu salário durante a licença e desconta do INSS: esse já é o salário-maternidade, e não existe um segundo pagamento pelo mesmo emprego. O INSS paga direto (a partir de um salário mínimo por 4 meses, mais o 13º proporcional) quando: você saiu do emprego antes do parto e ainda está no período de graça; o seu empregador é MEI; você ganha menos que um salário mínimo; ou você também trabalha como MEI ou autônoma, e aí recebe um benefício a mais por essa atividade.
Não. O pedido é grátis e feito por você no Meu INSS (app ou site) ou pelo 135. O Colinho mostra o caminho, confere os documentos e acompanha o prazo do INSS. Se o INSS negar e você quiser ir à Justiça, aí sim procure a Defensoria Pública ou um advogado.
Não. Você faz, com o passo a passo na mão. O Colinho nunca pede sua senha gov.br, não é ligado ao INSS e não cobra porcentagem do seu benefício: é um preço fixo pelo app inteiro.
Já: a primeira versão está no ar (botão “App” no topo do site). Funciona no celular (dá para pôr na tela inicial) e no computador, sem senha: cada um entra com o próprio e-mail e os dois veem os mesmos dados. O app é para quem paga: agenda com lembretes no celular dos dois, prazos marcados em conjunto, guia do salário-maternidade e registro de peso e glicemia. Exames, avisos por semana, recomendações e a Turma do mês chegam até 01/12/2026, na ordem que as fundadoras pedirem. De graça, aqui no site: a calculadora de direitos e o checklist do pós-parto.
Até 7 dias depois do pagamento, devolvemos tudo pelo Mercado Pago, no mesmo meio de pagamento, sem perguntas (art. 49 do CDC). E se o app não estiver no ar até 15/12/2026, todo mundo recebe os R$ 49 de volta.
Serve, o Colinho é feito para os dois: cada um tem a própria conta, agenda e prazos. A partir de 2027 o pai MEI ou autônomo também tem salário-paternidade pelo INSS. E a calculadora mostra os direitos de quem gesta e de quem não gesta, com o que o STF decidiu para casais homoafetivos.
Tem a Turma do mês: um grupo no WhatsApp, moderado pelo Colinho, com os casais que têm parto no mesmo mês. Lá não entra venda de serviço (nem de “assessoria” do INSS). E o Colinho recomenda cursos de gestante, livros e vídeos para a mãe e para o pai, na semana certa, sempre com as opções grátis do SUS e das maternidades. Quando um link der comissão ao Colinho, isso aparece escrito ao lado.
Não. Peso, glicemia e avisos ajudam a organizar e lembrar; quem avalia é a sua equipe de pré-natal. O Colinho não faz diagnóstico.
Exames, peso e glicemia são dados de saúde, sensíveis pela LGPD: ficam criptografados, só vocês dois veem, sem anúncios e sem venda de dados. As ferramentas grátis guardam tudo só no seu navegador.